O Git regista a história do seu código: cada alteração tem data, descrição e é reversível. O GitHub aloja esses repositórios online para os partilhar e colaborar. É um hábito a adotar desde o primeiro projeto.
Indispensável para aprender a programar e para mostrar o seu trabalho.
O modelo mental
Um commit é uma fotografia do seu projeto num instante, com uma mensagem. Pode voltar-se a ele, compará-lo, desfazê-lo. O histórico conta como o projeto evoluiu.
O fluxo básico
- Modificar ficheiros.
- Indexar o que se quer incluir no próximo commit.
- Validar (commit) com uma mensagem clara.
- Enviar (push) para o repositório remoto.
Os ramos
Trabalhar sem quebrar nada. Um ramo é uma linha de trabalho paralela. Desenvolve-se uma funcionalidade no seu próprio ramo e funde-se quando está pronta. O ramo principal mantém-se sempre saudável.
GitHub
Colaborar e publicar. Repositório remoto, pull requests para revisão antes de fundir, issues para acompanhar tarefas, Pages para publicar um site estático. É também o seu portefólio público.
Desbloquear situações
Situações comuns:
- Conflito de fusão: o Git mostra as zonas em desacordo, escolhe-se, valida-se.
- Commit feito no ramo errado: move-se.
- Desfazer uma alteração: consoante o caso, é melhor reverter de forma limpa do que reescrever um histórico já partilhado.
Perguntas frequentes
O Git e o GitHub são a mesma coisa?
Não. O Git é a ferramenta de controlo de versões, na sua máquina. O GitHub é um serviço que aloja repositórios Git online (o GitLab e o Bitbucket também).
É preciso fazer tudo na linha de comandos?
Não: uma interface gráfica ou a integração do editor bastam para começar. Compreender os conceitos importa mais do que a forma de escrever os comandos.
Quando se deve fazer um commit?
Assim que um pequeno conjunto coerente de alterações estiver pronto. Commits frequentes e bem nomeados valem mais do que um único commit grande com tudo misturado.

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